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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Nossa dívida com sodoma vai ficando impagável

Enquanto a erupção do vulcão Puyehue, que há uma semana lança rochas, cinzas e gases no Chile, força o cancelamento de voos no sul do nosso continente e mesmo na Austrália e Nova Zelândia, obrigando também a Argentina a decretar emergência agropecuária em três províncias, algumas pessoas só pensam em descer ainda mais o nível (i)moral deste mundo corrompido. Segundo nota publicada no site Yahoo, Gilberto Braga e Ricardo Linhares, autores de "Insensato Coração", acabam de escrever a cena da primeira relação sexual gay do personagem Eduardo (Rodrigo Andrade) [depois do beijo gay levado ao ar pelo SBT, isso era bem previsível]. "Prevista para ir ao ar na última semana de junho, a sequência começa mostrando Eduardo saindo para a Barão da Gamboa com Hugo (Marcos Damigo). Lá, ele começa a beber muito e pede ao amigo para levá-lo para casa. Chegando ao local, eles se beijam e trocam muitos carinhos. Nervoso, Eduardo não aceita seguir em frente por ainda estar incerto sobre seu real desejo. Alguns dias se passam e Eduardo reencontra o professor na rua e, totalmente sóbrio, eles vão para o motel. Os autores chegam a descrever detalhes do momento dizendo que será 'maravilhoso' para ambos. [...] Gilberto Braga tem dito que gostaria imensamente que, até o fim da novela, esse tabu fosse quebrado dentro da emissora mais poderosa do Brasil", informa o site. [Exibir cenas de sexo, e ainda por cima de um "casal" gay, em horário nobre, com crianças na sala, não se chama "quebra de tabu", masirresponsabilidade. O que o tal kit gay não conseguiu nas escolas, a Rede Globo poderá promover nos lares brasileiros, sem custo algum para o governo...]

Enquanto isso, lá no Chile, com vulcão e tudo, ativistas de Santiago andaram de bicicleta nus em uma demonstração de apoio aos direitos dos ciclistas. Amanifestação chamada "Ciclonudista Santiago" foi realizada nas ruas da capital chilena no último sábado (11) e é mais uma evidência de que, nos manifestos atuais, a exemplo da Marcha das Vagabundas, realizada no Brasil e em outros países, o que se quer é chamar atenção, custe o que custar - ainda que seja a honra.

Além dos sinais físicos no planeta (que se multiplicam a cada dia), a decadência moral promovida por pessoas de mente e coração insensatos anuncia o fim deste mundo de pecado cuja dívida com Sodoma e Gomorra vai ficando impagável.[MB]

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Fome: o tsunami silencioso que pode devastar o mundo

O que a mudança climática [que, pelo que indicam pesquisas, não é majoritariamente causada pelo ser humano], uma população crescente e suprimentos de água cada vez mais escassos causam? Uma crescente escassez global de alimentos que fez com que o preço da comida dobrasse nos últimos anos. Segundo os cientistas, como resultado, mais pessoas ao redor do planeta estão passando fome. Nos Estados Unidos, por exemplo, mesmo que o preço dos alimentos tenha subido, a maioria das pessoas não compreende o alcance e a gravidade do problema. Um estudo de 2009 mostrou que os americanos desperdiçam cerca de 40% de seus alimentos. Os resíduos alimentícios por pessoa aumentaram 50% desde 1974. No entanto, uma em cada sete pessoas vão para a cama com fome todas as noites. A fome mata mais pessoas do que a aids, a malária e a tuberculose juntas. O problema é pior nos países em desenvolvimento, mas tem implicações muito além das fronteiras dos países pobres. Há anos os cientistas preveem que um planeta mais quente, juntamente com as demandas crescentes de água, pode provocar escassez de alimentos.

Um estudo de 2007 advertiu que a mudança climática pode ajudar a causar escassez de alimentos, levando à guerra. Outros cientistas previram que a escassez de água será o fator que desencadeará uma guerra. A situação se tornou aguda em 2008, quando a escassez de alimentos estourou em revoltas em vários países pobres. A alta dos preços dos alimentos teve um papel na derrubada do governo haitiano nesse ano.

A segurança alimentar emergiu como um chavão político nas conversas sobre a estabilidade no mundo em desenvolvimento. Recentes subidas dos preços globais dos alimentos ameaçou criar uma crise alimentar nas nações onde pessoas mais pobres muitas vezes gastam três quartos de sua renda em comida. [...]

Segundo cientistas, o crescimento da população mundial está ultrapassando a produção de alimentos, especialmente nas quatro plantações que fornecem a maior parte da alimentação mundial: trigo, arroz, milho e soja. Como estudos têm mostrado anteriormente, hoje há pouca terra para converter em agricultura, o abastecimento de água está acabando e o aquecimento global está causando estragos nas plantações e contribuindo para condições climáticas extremas que destroem culturas.

Eis o grave problema: a escassez de alimentos global urgente não está sendo acompanhada por esforços de investigação urgentes para melhorar essas perspectivas no futuro. A população global, de apenas 3 bilhões em 1959, está agora em 6,92 bilhões. Com 4,2 pessoas nascendo a cada segundo, a população está projetada para atingir 9 bilhões até 2044. A demanda de alimentos terá aumentado 70%. E o que os governos estão fazendo para aumentar essa produção e suprir essa demanda? Nada

(Hypescience)

Nota: Fome disseminada pelo mundo, injustiça na distribuição dos recursos (poucos com muito e muitos com quase nada), catástrofes climáticas, terremotos em vários lugares, guerras, doenças... Você já leu previsões a esse respeito antes? Não teria sido num livro escrito há milênios e que nunca errou uma predição? Jesus breve virá e toda essa história triste e injusta ficará num passado esquecido![MB]

terça-feira, 7 de junho de 2011

Vulcão chileno tem pior erupção em 50 anos

As cinzas vindas do vulcão Puyehue (Chile), que entrou em erupção no sábado, já pararam de cair, mas continuavam afetando a cidade argentina de Bariloche (sul) no domingo, provocando transtornos aos moradores e mantendo fechado o aeroporto local, informaram autoridades regionais. O vulcão chileno fica a 100 km de Bariloche e, segundo fontes argentinas, também foram afetadas localidades próximas, como a Villa La Angostura, que faz fronteira com o Chile. Bariloche, que possui 50 mil habitantes e recebe anualmente milhares de turistas estrangeiros atraídos por lagos e paisagens montanhosas, sendo que no inverno as atrações principais são as pistas de esqui. As cidades argentinas estão a quase 900 quilômetros do complexo vulcânico e registram baixa visibilidade, segundo informa o site Infoglaciar, de Chubut. As autoridades chilenas decretaram alerta vermelho na região do vulcão, na localidade de Osorno, no sul do Chile e em frente a Bariloche. Na véspera, cerca de 3,5 mil pessoas foram retiradas da região onde fica o vulcão. A erupção, de acordo com as autoridades chilenas, foi acompanhada por "dezenas de tremores de terra" por hora.



(Informações: Último Segundo; fonte das incríveis imagens acima: Daily Mail)

sábado, 4 de junho de 2011

OMS - Celular pode aumentar risco de câncer

A radiação de telefones celulares pode causar câncer, anunciou a OMS (Organização Mundial de Saúde) nesta terça-feira. A agência lista o uso do telefone móvel como "possivelmente cancerígeno", mesma categoria do chumbo, escapamento de motor de carro e clorofórmio. A informação foi publicada no site CNN Health.

Antes do anúncio de hoje, a OMS havia garantido aos consumidores que a radiação não tinha sido relacionada a nenhum efeito nocivo à saúde.

Uma equipe de 31 cientistas de 14 países, incluindo Estados Unidos, tomou a decisão depois de analisar estudos revisados por especialistas sobre a segurança de telefones celulares.

A equipe encontrou provas suficientes para classificar a exposição pessoal como "possivelmente cancerígena para os seres humanos."

Isto significa que não existem estudos suficientes a longo prazo para concluir se a radiação dos telefones celulares é segura, mas há dados suficientes que mostram uma possível conexão, e que os consumidores devem ser alertados.

O tipo de radiação que sai de um telefone celular é chamado de não-ionizante. Não é como um raio-X, mas mais como um forno de micro-ondas de baixa potência.

"O que a radiação do micro-ondas faz, em termos mais simples, é semelhante ao que acontece aos alimentos no micro-ondas: cozinha o cérebro", disse Keith Black ao site da CNN, neurologista do Centro Médico Cedars-Sinai, em Lós Angeles.

A OMS classifica os fatores do ambiente em quatro grupos: cancerígenos - ou causadores de câncer - para o homem; possivelmente cancerígeno para os seres humanos; não classificados quanto ao risco de câncer para o homem; e provavelmente não cancerígeno para os seres humanos.

O tabaco e o amianto estão na categoria "cancerígeno para os seres humanos". Chumbo, escapamento do carro e clorofórmio estão listados como "possivelmente cancerígeno para os seres humanos".

O anúncio foi feito do escritório da OMS em Lyon, na França, após o número crescente de pedidos de cautela sobre o risco potencial da radiação do celular.

A Agência Europeia do Ambiente pediu mais estudos, dizendo que os telefones celulares podem ser tão nocivos para a saúde pública quanto o tabagismo, o amianto e a gasolina.

O líder de um instituto de pesquisa do câncer da Universidade de Pittsburgh enviou um memorando a todos os funcionários, pedindo a diminuição do uso do celular por causa de um possível risco de câncer.

A indústria de telefonia celular afirma que não há provas conclusivas de que a radiação dos aparelhos cause impacto sobre a saúde dos usuários.

O anúncio de hoje pode ser um divisor de águas para as normas de segurança. Os governos costumam usar a lista da Organização Mundial de classificação de risco cancerígeno como orientação para as recomendações de regulamentação ou ações.


Folha São Paulo

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Dormir pouco ou demais faz mal

Dormir menos de seis horas por noite pode ser mortal. Essa é a conclusão de pesquisadores italianos que dizem ter encontrado "evidências inequívocas" da ligação entre a privação do sono e a morte prematura. Para a pesquisa, foram analisados 16 estudos envolvendo cerca de 1,5 milhão de pessoas. De acordo com o levantamento, coordenado pela Universidade de Warwick e pela Universidade de Medicina Federico II, quem dorme menos de seis horas por noite tem 12% mais chance de morrer antes dos 65 anos do que aqueles que dormem entre seis e oito horas. Estudos anteriores já mostravam que a privação do sono estava associada a doenças cardíacas, pressão alta, obesidade, diabetes tipo 2 e colesterol alto.

Os cientistas italianos concluíram, também, que dormir demais pode ser ainda mais perigoso. Segundo eles, aqueles que dormem mais de nove horas por noite apresentam 30% mais chances de morrer cedo. A novidade, publicada nesta quarta-feira na revista especializada Sleep, contradiz outro estudo publicado na semana passada que sugeria que quem dormir 10 horas ou mais aumentavam as chances de chegar aos 100 anos.

Francesco Cappucio, coordenador da pesquisa, discorda: "Assim como dormir pouco pode representar uma saúde debilitada, dormir muito também pode significar alguma fraqueza". Segundo ele, muitas horas de sono podem estar ligadas à depressão e a baixos níveis de atividade física. Alguns tipo de câncer também podem estar associados ao excesso de sono, diz o pesquisador. "Dormir de seis a oito horas por noite é o ideal para a saúde. A duração do sono deve ser encarado como um fator comportamental de risco", alerta.

(Veja)

Fé ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares

A pesquisa feita nos Estados Unidos concluiu que a fé pode ajudar a reduzir sintomas como ansiedade, depressão e estresse, além de mudar hábitos como parar de beber e fumar. A discussão já chegou ao meio acadêmico. Durante 31 anos, médicos americanos acompanharam 6.500 pacientes e constataram que a fé os ajudou na prevenção de doenças do coração. “Pode variar de 25% a 35% a redução nessas taxas de mortalidade cardiovascular, mas desde que o seguimento seja longo, o seguimento de ideias seja de 15, 20, 30 anos”, explica Álvaro Avezum Júnior, cardiologista. Segundo os cardiologistas dos sete últimos estudos internacionais envolvendo crença x saúde, seis mostram que quando a pessoa exercita a espiritualidade, a chance de morrer por causa de problemas cardiovasculares diminui.

Um dos estudos avaliou quase quatro mil idosos. Os que frequentavam alguma reunião religiosa tiveram 40% na redução da taxa de pressão alta.

Os médicos dizem que a religiosidade ajuda a reduzir a produção de adrenalina e cortizol, um hormônio que está presente nos momentos de estresse e depressão, fatores de risco de doenças como infarto e derrame.

“O enfrentamento de situações estressoras, com quaisquer fatores, e um deles é a religiosidade, atenuaria e a pessoa conseguiria gerenciar melhor o problema que está na frente dela”, informa o cardiologista. [...]

A oração, a fé podem ajudar mesmo, mas os cardiologistas reforçam que o paciente que tem algum problema de saúde precisa tomar remédio direitinho e fazer exames regularmente, seguindo sempre as orientações médicas.

terça-feira, 24 de maio de 2011

A marcação de datas produz efeitos negativos

Olhando para a previsão de fim do mundo do sábado 21 de maio, um cristão do Texas disse que muitos dos seguidores de Harold Camping que deixaram seus empregos, casas e gastaram seu dinheiro irão ser devastados espiritualmente ao ponto de provavelmente perder a fé. Como ele sabe? É porque ele teve uma experiência como essa com uma previsão de fim do mundo aproximadamente 23 anos atrás. Ainda jovem, o autor cristão Jason Boyett e seus amigos de juventude acreditaram que seriam engolidos pelo arrebatamento de setembro de 1988, previsto pelo engenheiro da NASA Edgar Whisenant. “Eu acho que a experiência do ‘arrebatamento’ teve um papel real na minha mentalidade cética que começou a se desenvolver.”

Em seu livro O Me of Little Faith (Minha Pouca Fé), ele escreveu como buscou a fé no meio de ceticismo e dúvida. Boyett prevê que as coisas não serão diferentes para os seguidores impressionáveis de Camping. “Você vai encontrar muita gente deixando e perdendo a sua fé”, disse ele ao The Christian Post. Boyett disse que aqueles que dispuseram muito do seu tempo e recursos para difundir essa mensagem do dia do julgamento vão se sentir traídos por seu próprio senso de fé e esperança, de uma forma que será difícil para eles continuarem a acreditar. “As esperanças que depositam nesse evento serão frustradas”, disse ele. [...]

A Family Radio de Camping era simplesmente uma rede de rádio sem fins lucrativos, com 65 estações nos EUA em 1958. Agora é uma organização multimilionária na era digital, onde há muito mais pontos de venda para atingir o público. A CNN informou que o ministério recebeu 80 milhões de dólares em contribuições entre 2005 e 2009 – 18 milhões dessas contribuições foram recebidas só em 2009.

“É fácil para nós sentarmos aqui e zombarmos de Harold Camping... ele vai passar por isso”, disse [Boyett]. “Mas o que nós temos que lembrar é que ele tem um monte de gente cuja vida e fé serão devastadas.” Ele continuou: “Como resultado, muitos deles perderam dinheiro, muitos deles que deixaram seus postos de trabalho estarão em uma situação difícil.”

Assim como ele, Boyett supõe que as crianças cujos pais tomaram decisões com base na previsão cresçam pensando: “Eu não posso confiar no que meus pais me dizem, no que o pregador me diz e no que a Bíblia me diz.” Além disso, a previsão de Camping provavelmente vai alimentar percepções negativas sobre os cristãos.

“O que Harold Camping faz é dar às pessoas do lado de fora munição para dizer: ‘Esse homem é um doido; ele é um cristão. Cristãos são doidos. Se você é cristão, por que eu deveria ouvir o que você está dizendo’”, lamentou.

Boyett alertou os cristãos: “Meu conselho seria que sempre quando você colocar muita fé em um ser humano, você vai se decepcionar.” Ele também espera que aqueles que ficaram desapontados por Camping percebam que “o que Harold Camping disse e ensinou não é a essência do Cristianismo”.

(Christian Post)

Nota: No fim de semana, durante um bom tempo, no Twitter, tópicos como “fimdomundo” e, depois do dia 21, “frasesposfimdomundo” ocuparam os primeiros lugares nos Trending Topics. Infelizmente, o assunto foi motivo de chacota e há quem defenda que Camping deveria vir a público pedir desculpas por ter envergonhado o nome dos cristãos. Alguns blogs até promoveram algum tipo de concurso de fotos debochadas do “arrebatamento”, como esta:


Realmente é lamentável que muita gente ainda acredite nesse tipo de “profecia”, quando a própria Bíblia é bem clara em afirmar que ninguém sabe quando será o dia e a hora da volta de Jesus (Mt 24:36). Alguns mais apressados até já compararam essa falsa previsão de Camping com o desapontamento provocado pela pregação dos mileritas, no século 19, especialmente nos Estados Unidos (leia mais sobre isso aqui). O fato é que o ex-deísta convertido à Igreja Batista Guilherme Miller e seus companheiros de pregação não erraram na data anunciada pela profecia de Daniel 8 e 9. Eles erraram quanto à interpretação do que iria acontecer em 22 de outubro de 1844: o início do chamado juízo investigativo, no Céu, e não a volta de Jesus. Além disso, é bom lembrar que, embora fossem chamados deadventistas os crentes de várias denominações que creram na mensagem de Miller, a Igreja Adventista do Sétimo Dia somente foi formalmente organizada em 1863, portanto, quase 20 anos depois do grande desapontamento. Miller nunca se tornou adventista do sétimo dia, embora tenha permanecido fiel a Deus e a suas convicções até o fim da vida. Além disso, é bom lembrar que esse desapontamento havia sido anunciado pela profecia de Apocalipse 10, e teve, apesar de tudo, efeitos bastante positivos na vida de muita gente, assim como o desapontamento da cruz (a falsa esperança de que o Messias Jesus reinaria na Terra, naquele tempo) ajudou a “peneirar” os crentes que fundariam o movimento cristão. De certa forma, podemos dizer que o cristianismo nasceu do desapontamento da cruz.

Conforme lembra o pastor Sérgio Santeli, do blog Minuto Profético, Ellen White, ex-metodista e uma das pioneiras da Igreja Adventista do Sétimo Dia, advertiu quanto à marcação de datas: “Quanto mais frequentemente se marcar um tempo definido para o segundo advento, e mais amplamente for ele ensinado, tanto mais se satisfazem os propósitos de Satanás. Depois que se passa o tempo, ele provoca o ridículo e o desdém aos seus defensores... Os que persistem neste erro, fixarão finalmente uma data para a vinda de Cristo num futuro demasiado longínquo. Serão levados, assim, a descansar em falsa segurança, e muitos se desenganarão tarde demais” (O Grande Conflito, p. 457).

Ellen foi uma das milhares de pessoas que acreditaram na pregação de Miller, mas, diferentemente da maioria do mileritas, não abandonou a fé. Juntamente com um pequeno grupo de crentes, ela se voltou ao estudo das Escrituras com muita oração, até compreender corretamente o que havia acontecido e o que irá acontecer. Desse grupo de crentes oriundos de várias igrejas, mas unidos no propósito de conhecer e praticar os ensinos bíblicos, Deus deu origem à Igreja Adventista do Sétimo Dia.[MB] 

terça-feira, 17 de maio de 2011

A cultura da decadência


Quando me perguntam o que acho de As Crônicas de Nárnia, deixando de lado a tremenda capacidade narrativa de C. S. Lewis e sua criatividade invejável, digo que a intenção do autor foi boa, já que ele quis transmitir a mensagem bíblica por meio de parábolas. Ocorre que a aventura e as mitologias entremeadas na história são tão empolgantes e destacadas que acabam por se sobrepor demais à intenção por trás da trama. As crônicas viram puro entretenimento – com batalhas épicas e muita magia – misturado com detalhes preocupantes. O livro é bom, bem escrito, mas biblicamente “diluído”, se posso dizer assim.

E o que dizer do ainda mais conhecido O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien? Lewis deixou de ser ateu e se tornou anglicano em grande parte devido à influência de pessoas como o católico Tolkien, amigo pessoal do professor de Oxford. O romance de Tolkien é bastante maniqueísta, com clara demarcação entre o bem e o mal. Mas, diferentemente do que ocorre em As Crônicas de Nárnia, não há intenção “evangelística” alguma na obra de Tolkien. Trata-se de uma aventura que mistura elementos das mitologias nórdica e germânica, num mundo imaginário (Terra Média) povoado de seres míticos como elfos, hobbits e magos.

O épico do momento é A Guerra dos Tronos, primeiro volume da série As Crônicas de Gelo e Fogo, escrito por George R. R. Martin. Chamou-me a atenção a matéria “Dez razões pelas quais A Guerra dos Tronos é (muito) melhor do que O Senhor dos Anéis”, publicada no site da revista Veja. Pelo tom bombástico do título, pensei: “Deve ser um romance muito, mas muito bem escrito; algo realmente grandioso para ser considerado tão melhor do que a obra de Tolkien.” Então fui conferir as tais dez razões pelas quais Vejaconsidera A Guerra dos Tronos (muito) melhor do que O Senhor dos Anéis. Destaco três delas:

1. Os personagens transam, escarram, defecam e ficam de ressaca. “Enquanto Tolkien parece viver um platonismo cego, Martin leva o realismo às últimas consequências. As páginas transbordam de descrições vívidas de sexo e violência. Nas batalhas, há estupros e infanticídios. Nos castelos, prostitutas luxuriosas e banquetes cheios de gula. ‘Já era tempo de a fantasia crescer e se tornar adulta’, declarou o autor em entrevista a Veja.”

4. Martin não tem nenhum princípio. “O autor de Crônicas não está preocupado com leitores de estômago fraco. Tudo que é sujo e já existiu na humanidade está presente na trama: traição, incesto, prostituição, roubo, estupro, violência, crueldade, infanticídio, eutanásia, aborto. Pode pensar no que quiser de sórdido e moralmente questionável, estará lá.”

9. Há personagens para todos os gostos. “Os personagens vivem todo tipo de drama: da deficiência física à paixão incestuosa entre irmãos. Enquanto as criaturas de O Senhor dos Anéis são movidas por honra ou ódio, os moradores de Westeros respondem à chantagem, rancor, paixão, amor, luxúria, fidelidade, ambição e confusão – motivações muito mais próximas da realidade.”

Se As Crônicas de Gelo e Fogo é o melhor que temos em termos de literatura popular nesta primeira década do século 21, podemos considerar ótimo O Senhor dos Anéis e maravilhoso As Crônicas de Nárnia. Os valores morais estão em franca decadência, em todas as áreas. Isso me faz lembrar as palavras de um amigo que disse: “Você não concorda com o ‘ficar’, não é? Mas, se seu filho estiver ‘ficando’ com uma garota, considere-se feliz: é com uma garota...”

Chegamos a um tempo em que a opção ficou entre o péssimo e o menos pior. Preocupa pensar que dias piores virão

Igrejas e sindicatos defendem descanso dominical

Em 20 de junho será lançada em Bruxelas a Aliança Europeia para o domingo. Pela primeira vez, sindicatos e igrejas da Europa estão na mesma linha. É o que garante a Comissão dos Bispos da União Europeia (Comece), que adverte que as razões da aliança são tanto religiosas como sócio-políticas. A proteção do domingo, cujo desaparecimento, na prática, como um dia festivo “poria em cheque um benefício social milenar” conduz à denúncia de uma nova escravidão: enquanto muitos podem usar esse dia para desfrutar de sua família e amigos, cada vez são mais aqueles que têm que trabalhar em grandes centros comerciais e de entretenimento. Além da Igreja Católica, várias instituições evangélicas aderiram à iniciativa. E da Espanha aderiu a Irmandade Obreira de Ação Católica (em espanhol, HOAC).

(InfoCatólica)

Nota do blog Minuto Profético: "Desde o ano passado, o movimento pela guarda do domingo tem se intensificado na União Europeia, pretendendo mesmo até buscar assinaturas para levar ao Parlamento Europeu. Como pode ser visto, a Santa Sé nunca desistiu de suas pretensões de governar todas as nações e todas as consciências individuais, alcançando novamente a supremacia mundial. Sua grande marca é o domingo, e é por aí que todos deverão se curvar. Vale lembrar que isso representa um erro duplo: o verdadeiro dia de guarda na Bíblia é o sábado (sétimo dia), e nenhum dia de guarda deveria ser imposto por lei civil, uma vez que isso fere o princípio de separação entre Igreja e Estado."

sábado, 14 de maio de 2011

Anúncios pagos em Nova York profetizam o fim do mundo

Um aposentado americano, 60 anos, gastou US$ 140 mil em anúncios espalhados por toda Nova York que advertem que o fim do mundo vai acontecer no dia 21 de maio, convencido de que um poderoso terremoto provocará o caos em todo o planeta, informa nesta quinta-feira [ontem] o jornal New York Daily News.

Robert Fitzpatrick, que trabalhava no serviço de transporte público de Nova York, espalhou em diversos ônibus e vagões de metrô milhares de cartazes apocalípticos nos quais alerta que o dia do juízo final cairá no sábado da semana que vem. O americano gastou cerca de US$ 90 mil em propagandas no metrô e US$ 50 mil nos ônibus, indica a versão online do Daily News, que destaca que essa quantia representa as economias de toda a vida do homem. "Terremoto global! O maior de todos os tempos. Dia do juízo final: 21 de maio", anunciam os cartazes em questão, que mostram também a esfera de um relógio a ponto de marcar as 12 horas sobre uma fotografia de uma paisagem noturna de Jerusalém e um versículo da Bíblia.

Fitzpatrick começou a acreditar na fatídica profecia após conhecer o grupo cristão evangélico Family Radio, cujo pastor Harold Camping realiza presságios usando cálculos numerológicos e afirma que só os verdadeiros crentes se salvarão. Camping chegou a essa conclusão após supostamente estudar a Bíblia e porque, segundo ele, é uma data exatamente 7 mil anos depois que Noé se salvou do Dilúvio.

"A Bíblia Sagrada dá mais provas incríveis que 21 de maio de 2011 é exatamente o dia do Juízo Final", conta o site do grupo, que também colocou dezenas de propagandas em outras cidades dos Estados Unidos e do Canadá.

Fonte: Terra

NOTA: Essa falsa profecia já chegou ao Brasil (veja foto abaixo). Falsa porque o próprio Jesus já havia alertado: "Surgirão falsos cristos e falsos profetas". (Mt 24:24). "A respeito daquele dia e hora ninguém sabe". (Mt 24:36). Jesus voltará apenas depois que cada pessoa tiver tomado sua decisão e não antes da crise final... O grupo Family Radio já havia marcado antes outra data para o fim do mundo...

Daniel 2 - A história do mundo em 49 versos

Quando estava estudando a Bíblia para receber o batismo na Igreja Adventista do Sétimo Dia (em 1991), um dos capítulos que mais me impressionaram foi justamente Daniel 2. Como era possível que alguém vivendo cerca de 600 anos antes de Cristo* pudesse prever com tanta precisão e riqueza de detalhes a história da humanidade em apenas 49 versos? Ao mesmo tempo em que estudava as Escrituras, eu me preparava para o vestibular com o objetivo de cursar Jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina. Naquela época, eu já sabia que para ser um bom redator era necessário saber escrever com clareza, concisão e dar o máximo de informação no menor espaço possível. Daniel fez exatamente isso!

Nesse capítulo, o profeta fala sobre o sonho que deixou Nabucodonosor intrigado. O monarca, sabendo que os astrólogos e adivinhos poderiam inventar algum tipo de interpretação (qualquer semelhança com as “revelações” vagas dos horóscopos de hoje não é mera coincidência), exigiu que eles lhe dissessem do que se tratava o sonho. Missão impossível, claro. Quando o rei disse que mataria todos os sábios, caso não lhe dessem a resposta, o desespero foi geral. Mesmo Daniel e seus amigos seriam punidos com a morte. Você acha que os hebreus se desesperaram também? Nada disso.

Daniel, Misael, Hananias e Azarias pediram tempo ao rei e foram para casa. Para quê? Simples: para orar pedindo a resposta a Deus. É em tempo de provação que o caráter se revela e aqueles moços conheciam suficientemente ao Senhor para saber que Ele não os deixaria na mão naquela situação. “Então foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite, pelo que Daniel louvou o Deus do céu” (Dn 2:19).

É bom lembrar que para receber a revelação de Deus Daniel havia se preparado adequadamente. Além de ser um jovem de oração, ele cuidava da saúde física, lembra? Naquele tempo, ele não tinha como saber disto, mas o fato é que o cérebro funciona como uma espécie de “antena parabólica” que Deus usa para Se comunicar conosco. Bebidas e alimentos impróprios acabam danificando essa “antena” e ofuscando os sinais. Se quisermos ouvir claramente a voz de Deus e ter discernimento claro, devemos imitar Daniel e seus amigos e manter nossa “antena” limpa.

Depois de receber a revelação, Daniel procurou o chefe dos eunucos e lhe pediu algo que deixa sua bondade ainda mais evidente: “Não mates os sábios de Babilônia” (v. 24). Inacreditável! Aquela era a chance de o profeta se livrar de uma vez por todas de seus invejosos concorrentes: os astrólogos, os magos e os feiticeiros. Mas não. Naquele momento, Daniel revelou o amor incondicional de Deus que ama até mesmo o maior dos pecadores (embora não aceite seus pecados).

Na presença do rei, o chefe dos eunucos tentou levar vantagem. Disse que havia achado alguém que tinha a resposta do enigma. Mentira. Fora Daniel quem se dirigira até ele. O profeta hebreu deixou esse detalhe de lado e atribuiu a verdadeira honra a quem de direito: “O mistério que o rei requer nem sábios, nem encantadores, nem magos, nem adivinhos o podem descobrir ao rei, mas há um Deus nos céus, o qual revela mistérios; Ele fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de ser no fim dos dias” (v. 27, 28). No verso 11, os astrólogos haviam se saído com esta: “Só os deuses podem dar a resposta que o rei quer, mas eles não habitam com os homens.” Bela desculpa! Daniel contradiz os pretensos adivinhos e afirma que há, sim, um Deus no Céu que Se interessa pelo ser humano e interage com ele revelando Sua vontade.

Séculos depois, o grande cientista Isaac Newton expressaria essa mesma verdade nas seguintes palavras: “A autoridade dos imperadores, reis e príncipes é humana; a autoridade dos concílios, sínodos, bispos e presbíteros é humana. Mas a autoridade dos profetas é divina” (As Profecias do Apocalipse e o Livro de Daniel, p. 26).

Daniel aproveitava toda oportunidade para falar de Deus, pois sabia que Ele é o único que pode dar sentido à vida das pessoas e cuja palavra é confiável e autorizada. Não procurava chamar atenção para si, mas apontava sempre ao Senhor a quem servia.

Ao revelar exatamente o que o rei havia sonhado, Daniel conquistou-lhe o respeito e a confiança de que certamente também poderia interpretar o sonho. É interessante notar que os pensamentos do rei antes de ter o sonho diziam respeito ao que “há de ser depois disto” (v. 29), ou seja, tinham a ver com o futuro. E Deus lhe concedeu um vislumbre dos séculos seguintes por meio de uma metáfora em forma de estátua. Aparentemente, se tratava de uma simples figura humana composta por vários metais: cabeça de outro, braços e peito de prata, ventre de cobre, pernas de ferro e pés de ferro misturado com barro. Não fosse a interpretação de Daniel, dada nos versos 37 a 45, aquele seria mais um sonho sem pé, nem cabeça – melhor dizendo, esse teria pé e cabeça... mas não teria sentido algum.

Segundo o profeta, cada metal da estátua representa um reino que sucederia Babilônia, e é aí que a precisão histórica da profecia surpreende, porque foram exatamente três grandes reinos (Medo-Pérsia, Grécia e Roma) que surgiram no cenário mundial depois da Babilônia (o ouro), representados, respectivamente, pela prata, o cobre e o ferro. E depois de Roma? Na sequência de metais surge uma mistura estranha: ferro com barro. E todo mundo sabe que eles não se misturam. Perfeito de novo! Com a fragmentação do Império Romano (as pernas de ferro), os povos bárbaros que o invadiram formaram dez reinos (o mesmo número de dedos dos dois pés da estátua), em parte fortes (ferro), em parte fracos (barro), segundo o verso 42.

Os governantes desses reinos tentaram a unificação por meio de casamentos (v. 43), mas não deu certo. Na profecia, nunca mais surgiria um reino mundial depois de Roma. Carlos Magno, Napoleão Bonaparte, Kaiser Guilherme e Adolf Hitler bem que tentaram, mas contra a profecia não tem jeito. E é assim que a Europa permanece até hoje: fragmentada em Estados independentes. Mas como termina o sonho?

No verso 44, Daniel diz que “nos dias desses reis”, ou seja, na época da Europa, uma pedra (símbolo inequívoco de Jesus e Seu reino, conforme Ef 2:20; 1Co 10:4; Lc 20:17, 18), cortada sem auxílio de mãos humanas, atingirá a estátua nos pés, fazendo-a desabar. Essa pedra encherá toda a Terra (v. 35). Dessa forma, Daniel não apenas descreve a sucessão dos impérios, mas também localiza a volta de Jesus numa época específica: a da Europa, que existe desde 476 d.C.

Esse sonho relatado no capítulo 2 de Daniel fornece uma espécie de base sobre a qual as profecias seguintes e mais complexas do livro (e mesmo do Apocalipse) serão construídas. Conforme escreveu Newton, “entre os velhos profetas, Daniel é o mais específico na questão de datas e o mais fácil de ser entendido. Por isso, no que diz respeito aos últimos tempos, deve ser tomado como a chave para os demais” (ibidem, p. 26).

O grande cientista inglês disse ainda que “a realização de coisas preditas com grande antecedência será um argumento convincente de que o mundo é governado pela Providência” (ibidem, p. 180).

Nabucodonosor percebeu isso e o impacto da revelação do sonho foi tão grande sobre o rei que ele disse: “Certamente o vosso Deus é Deus dos deuses, e o Senhor dos reis, e o revelador de mistérios” (v. 47).

Esse mesmo Deus que guia a história quer dirigir a sua vida. Você aceita?

(Michelson Borges, jornalista e mestre em teologia)

Pense e discuta:

1. Qual a sua reação quando as coisas dão errado?
2. O que você pode fazer para melhorar sua vida de oração?
3. O que você sente ao perceber que Deus tem a história nas mãos?
4. O que a precisão histórica da Bíblia lhe diz sobre a confiança que podemos ter na Palavra de Deus?

(*) Daniel é de fato uma obra do sexto século? Para muitos estudiosos modernos, não. As profecias referentes a persas, gregos e romanos são “prova”, de acordo com esses autores, de que Daniel era uma espécie de “repórter”, falando do que acontecia em seus dias. Portanto, as profecias de Daniel teriam surgido mais tarde, uns cem anos antes de Cristo. É claro que esse entendimento é válido para aqueles que não acreditam que os profetas sejam realmente capazes de prever o futuro, como a Bíblia mesma ensina. Por outro lado, Gleason Archer, conhecido estudioso do Antigo Testamento, argumenta que somente um autor tão antigo poderia falar com tanta exatidão do sexto século (cf. Merece Confiança o Antigo Testamento?, p. 345). Ou seja, Daniel conhece o século 6 a.C. pela mesma razão que você e eu conhecemos tão bem o século 21 – porque ele viveu naquele período. E ainda que o livro fosse mais recente, continuam impressionantes as profecias acerca do Império Romano e da atuação da “ponta pequena”. Leia mais sobre isso no Apêndice.

Deus e deuses

O que faz o Deus cristão diferente de outros deuses, nos quais os povos acreditaram ao longo da História? Francis Schaeffer dizia que os deuses poderiam ser de dois tipos: pessoais ou infinitos. Para ele, o Deus da Bíblia era o único a reunir as duas características.

Note, por exemplo, um texto típico sobre isto: “Pois assim diz o Alto e Sublime, que vive para sempre, e cujo nome é santo: ‘Habito num lugar alto e santo [Deus é infinito], mas habito também com o contrito e humilde de espírito, para dar novo ânimo ao espírito do humilde e novo alento ao coração do contrito [Deus é pessoal]’” (Isaías 57:15).

Na narrativa de Daniel, é patente essa diferença entre Yahweh e os deuses babilônicos. Instados por Nabucodonosor a descrever seu sonho e a expor sua interpretação, os sábios retrucaram (Dn 2:11): apenas os deuses poderiam atender o rei, mas os tais “não habitam com os homens” [deuses infinitos, impessoais]. Em contraste, na presença do rei, Daniel expressou haver “um Deus no céu” [infinito], o qual revela os mistérios [pessoal, pois Se comunica, revelando-Se e à Sua vontade aos homens]” (v.28).

Deus é único e o único que pode nos salvar (Is 45:22).

Clique aqui para fazer o download da palestra em PowerPoint.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

A historicidade confiável do livro de Daniel

Podemos confiar na historicidade do livro de Daniel?

Há pelo menos três bons motivos para acreditarmos que o livro de Daniel é confiável do ponto de vista histórico e que de fato foi escrito no 6º século antes de Cristo:

1) A arqueologia tem reconstruído as informações históricas do livro de Daniel.

a) Toda a história desse profeta hebreu se passa na cidade de Babilônia. Os críticos da Bíblia afirmavam que se Babilônia realmente houvesse existido, não passaria de um pequeno clã. A arqueologia demonstrou o oposto. Os resultados dos estudos do arqueólogo alemão Robert Koldewey, feitos entre 1899 e 1917, provaram que Babilônia era um grande centro econômico e político no Antigo Oriente Médio na metade do 1º milênio a.C. (600 a.C.). [Leia mais]

Sexo: gente que espera e é feliz

Há quatro anos, a advogada Ana Maria desistiu das delícias do sexo. Aos 32 anos, ela já teve vários relacionamentos. Alguns duraram meses, outros, uma noite. Depois de muito investimento emocional em relações fadadas ao fracasso, ela decidiu fazer sexo só casada. “A mulher sempre coloca um peso emocional enorme na possibilidade de um relacionamento para valer, o homem não.” Autora de Por que os homens amam as mulheres poderosas?, Sherry Argov afirma que a dificuldade valoriza o produto. “Quanto tempo você deve esperar antes de transar? O máximo que puder”, recomenda a best-seller americana. [...]

O sexo liberado dos anos 60 se exauriu, diz o psicólogo Sócrates Nolasco. Para ele, o sexo não é mais suficiente para manter uma relação. “Hoje, se faz sexo sem culpa e com bastante facilidade, mas parece que não tem sido suficiente. Sexo fast food ou delivery virou mercadoria consumida por pessoas-objetos. E quando as pessoas se tornam objetos, nada dará certo mesmo. Tentar um retorno ao tradicional pode ser um recurso para saber se somos mais do que genitálias excitadas. Se o encontro não vale a pena, o sexo pode valer, mas tem data de validade. [...]

Como canta Rita Lee, amor sem sexo é amizade. A brincadeira é da psicanalista Ana Claudia Vaz. Ela diz que existe sempre um mal-entendido entre os sexos. “Seria esse adiamento do sexo um certo horror frente ao desencontro da relação sexual? O prolongamento do namoro associado à perspectiva do casamento parece caminhar na direção contrária das relações descartáveis, de curto prazo e instantâneas que vemos acontecer a cada vibeda chamada modernidade.”

Ana Claudia lembra que amar é uma habilidade que encontra variações na cultura, nos padrões sociais e nas invenções humanas. E diz que é no mínimo curioso esse retorno ao namoro casto. “Que promessa carregaria tal conduta? A garantia? O sucesso do encontro? Na busca pelo amor de um homem há um grande investimento da mulher, como se ela fosse encontrar algo de muito valor ao ser amada por aquele que acredita ter alguma coisa a lhe dar. O que pedem as mulheres com as suas demandas? Esta seria uma nova roupagem dos seus inúmeros pedidos? Homens querem sexo e a mulher quer amor. Essa máxima, como qualquer generalização pode ser encobridora e perniciosa”, analisa Claudia, lembrando que, assim como o amor, a mulher não se deixa decifrar totalmente.

A bela dentista Fernanda Santos Oliveira, 29 anos, também optou pela castidade. Virgem até hoje, ela diz que não tem vergonha e nem esconde de ninguém sua opção. “Mas não ando por aí falando sobre isso, vida sexual é coisa íntima. Meus amigos sabem e respeitam, assim como eu respeito a opção deles de ter vários parceiros. Sei que não é fácil, estudei na faculdade de medicina, com muitas festas e gente bonita. É claro que existe tesão e desejo, mas nunca mudei de ideia.”

E se alguém lhe pergunta o que ela fará se depois do casamento o sexo não for bom, ela responde. “Como nunca experimentei, não tenho parâmetros para dizer o que é bom. Nem meu futuro marido, que também fez essa opção. Por isso, sempre seremos únicos e especiais um para o outro, ninguém vai ficar comparando nada.”

Livia Garcia Roza, psicanalista e escritora, acha que hoje a exigência de fazer sexo apenas depois do casamento “só pode partir de uma exigência religiosa, sobretudo dos evangélicos fundamentalistas [sempre esse termo...], já que o desejo não tem data certa.” Maria Cristina, de 32 anos, discorda. Diz que casou virgem por opção pessoal. “Minhas avós, minha mãe e minhas tias casaram virgens, assim tomei a decisão de me manter pura até o casamento. Sempre achei bonita a ideia de encontrar uma pessoa que tivesse uma relação onde o amor fosse muito além do desejo. Para mim, o casamento representa essa relação de amor com honestidade, fidelidade, cumplicidade e exclusividade.”

Para Maria Cristina, só o fato de estar dentro de uma igreja não significa que uma pessoa vá se casar virgem. “Tenho amigas e pessoas ligadas a igrejas que não se casaram virgens. Acho que cada um de nós toma a sua decisão e ela deve ser respeitada. Mas no mundo em que vivemos, com grande apelo sexual, casar virgem é diferente. É quase impossível para uma pessoa colocar sua opinião sobre namoro casto sem ser atacada. O assunto vira motivo de deboche. Por isso não gosto de discutir minha decisão em público.”

E conta que, depois de dois anos de casada, tem certeza que tomou o caminho certo: “Eu e meu marido vivemos a relação que sempre desejamos, estamos nos descobrindo a cada dia.”

Bonita, assediada, a modelo e estudante de jornalismo Aiana Soares Santos do Nascimento, 23 anos, Miss Estado do Rio 2007, não pensa em mudar de ideia. “Sempre fui firme nesse meu propósito, sei que os frutos que eu vou colher serão muito melhores do que um prazer momentâneo. A maioria dos meus amigos lida bem com o meu posicionamento, mas reconheço que alguns ainda se impressionam, mas isso não me abala.”

É possível levar uma vida serena dispensando o sexo? A recepcionista Rosangela Maria diz que sim. “Fui uma mulher de muitos parceiros, mas parei. Não sou religiosa, mas tenho amigas que são, e sinto que elas ficaram muito mais felizes depois que decidiram guardar seu corpo para alguém que tenha amor de verdade”, explica Rosangela, que não faz sexo há cinco anos. [...]

domingo, 8 de maio de 2011

Mãe não pode chorar


Mãe não pode chorar. Filho é quem chora. Quando era pequena, sempre que me machucava ou alguma coisa saía do meu controle, eu chorava. E cada vez que isso acontecia, corria pro colo certeiro – o lugar mais seguro do mundo. Minhas lágrimas sempre foram cuidadas por ela. Pra minha mãe, cada uma delas tinha valor. Mas minha mãe, a leoa do lar, nunca chorava. Eu ia crescendo, já não chorava tanto, mas caso isso acontecesse, minha mãe secaria minhas lágrimas.

Eu nunca vi minha mãe chorar, até que um dia, sucumbindo à pressão covarde do mundo, sem poder esconder mais o sofrimento, minha mãe chorou. Nesse momento, entendi porque as mães não podem chorar. Porque, quando uma mãe chora, o mundo é abalado – pelo menos o mundo que existe dentro do filho. Como curar a dor, como entrar nos recônditos da alma onde habita o mais puro amor?

Quando minha mãe chorou, toda a segurança que eu tinha se foi. Queria colocá-la no colo e lhe dar a certeza de que tudo ficaria bem, mas jamais seria capaz de desempenhar o papel que cabia a ela, e só ela executava tão bem.

Quando minha mãe chorou, senti-me a pessoa mais impotente e incapaz do mundo. Profundamente entendi porque mães não podem chorar. Porque elas são donas do amor supremo e não há amor no mundo que possa preencher o vazio no peito ferido. Por isso a ordem normal da vida é essa: os filhos choram a perda das mães. Quando o contrário acontece – os filhos se vão primeiro – as mães choram, e o peito que abrigava o maior amor do mundo passa a abrigar a maior tristeza do mundo.

É, definitivamente, mães não podem chorar. Não foram feitas pra isso. Foram criadas só pra amar. Por isso, se o seu mundo nunca foi estremecido pelo choro de sua mãe, faça de tudo pra que não seja. Creio que Deus não escolhe os filhos que teremos; em Sua sabedoria, Ele escolhe as mães que precisamos ter. E é por isso que cada mãe é a melhor do mundo. E cada filho também precisa ser o melhor, pra nunca, nunca permitir o chorar de sua mãe

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Rede social encoraja mulheres a trair o cônjuge

Anúncios de uma nova rede social de encontros europeu que convida mulheres casadas a conhecerem homens nas ruas de Madrid, capital da Espanha, têm provocado reações “furiosas” na comunidade local, informa o jornal The Guardian. “Reviva a sua paixão. Tenha um caso!” é um exemplo das frases usadas na publicidade do site Victoria Milan. Junto com a mensagem, há uma foto de uma mulher abraçada ao suposto “amante”. Victoria Milan alega ser “o primeiro site de encontros para pessoas casadas ou comprometidas da Europa” e tem versões em espanhol, norueguês, sueco, dinamarquês e inglês. A empresa afirma garantir a confidencialidade e anonimato dos usuários, conforme pode ser visto na sua página inicial, além de sugerir ser o lugar ideal para quem busca “aventuras discretas”.

“Você se sente preso em um casamento sem amor e monótono? Perdeu a magia da paixão, da emoção e da intimidade?” é a mensagem de abertura quando o usuário acessa o “Quem somos” do site. “Estudos internacionais mostram que 30% dos usuários registrados em sites de encontros para solteiros não contam a verdade sobre viverem casados ou com companheiros”, continua a descrição. [...]

(UOL Tecnologia)

Nota: A sem-vergonhice está cada vez mais popularizada e é estimulada na mídia. Anos atrás, um anúncio veiculado em revistas “respeitadas” (imagem abaixo) promovia a mentira e o adultério. Nesta semana, o beijo gay estreou na TV brasileira e não deve faltar muito para serem vistos “casais” homossexuais se “atracando” na cama, como ocorre atualmente com os casais heteros nos folhetins de horário nobre. A cada barreira rompida, a imoralidade avança um pouco mais. O que podemos esperar das próximas gerações?[MB] 

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Império americano pode torturar e assassinar inimigos

A filha do terrorista Osama bin Laden assegurou que seu pai foi capturado vivo por soldados americanos antes de ser assassinado, segundo o canal de televisão da capital saudita Al Arabiya, que cita uma fonte da segurança paquistanesa. Segundo a fonte, identificada como um alto responsável da segurança, os soldados capturaram Bin Laden durante os primeiros minutos da operação militar na casa em que o líder da Al-Qaeda se refugiava, na cidade paquistanesa de Abbottabad, antes de disparar contra ele. A fonte explicou que depois de os soldados norte-americanos abandonarem a casa, as forças de segurança paquistanesas recuperaram no local quatro corpos com marcas de bala e detiveram duas mulheres e seis crianças com idades entre dois e 12 anos. Segundo o relato do canal de televisão, os familiares de Bin Laden foram transferidos à cidade de Rawalpindi, próxima a Islamabad. Entre as crianças estava uma filha do terrorista, de 12 anos de idade, que assegurou aos investigadores que os militares dispararam contra Bin Laden na frente de seus familiares.

Fontes da segurança paquistanesa haviam confirmado à Efe que tinham sob custódia uma esposa de Bin Laden e uma de suas filhas, de 12 ou 13 anos. Segundo uma fonte do serviço secreto do Paquistão, as duas estavam na casa onde os comandos norte-americanos mataram o líder terrorista.

(Estadão)

Nota: Creio que (quase) ninguém questiona o direito de os EUA caçarem os responsáveis pelo atentado que levou à morte milhares de pessoas no World Trade Center, em setembro de 2001. Mas as leis internacionais estabelecem que um prisioneiro tenha direito a um julgamento, antes de ser condenado. O que os EUA fizeram foi execução sumária. Fica o exemplo do tipo de atitude que o império norte-americano (o cordeiro transmutado em dragão) pode assumir quando o assunto é a “segurança nacional”. Está tudo descrito e antecipado lá em Apocalipse 13.[MB]

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Livros escolares criticam a Criação e elogiam Darwin


O Ministério da Educação (MEC) aprovou livros didáticos para o ensino fundamental que contêm parcialidade ideológica. As obras criticam o criacionismo e elogiam a teoria da evolução de Charles Darwin. A aprovação vai contra a exigência do próprio ministério de que as obras escolares não tenham doutrinação ideológica. Um dos livros,História e Vida Evolucionária, enumera diversos problemas do criacionismo, como a impossibilidade de se provar cientificamente que Deus exista e que Ele seja o Designer por trás da complexidade observada na natureza. A obra cita ainda os supostos “erros” encontrados na Bíblia. Por fim, o livro diz que “um aspecto pode ser levantado como positivo”, citando cientistas que criam em Deus e na Bíblia e fundaram o método científico.

Em relação a Darwin, o mesmo livro cita a ampla aceitação das ideias do naturalista inglês e sugere que, pelo fato de ele ter tanta popularidade, suas ideias devem mesmo ser as corretas em todos os sentidos. As fraudes, falácias e distorções praticadas em nome da teoria da evolução são citadas ao lado de uma série de dados positivos.

Já o livro Evolução em Documentos afirma que a predominância da cosmovisão naturalista e do darwinismo é resultado do contexto histórico em que a teoria de Darwin se desenvolveu e de pressupostos filosóficos que nada têm que ver com o naturalismo metodológico em si, e que o sucesso da teoria também depende de sua ampla divulgação como “verdade científica” pela mídia e nos círculos acadêmicos.

Em dois livros aprovados pelo MEC, os autores criticam o criacionismo, sem contrabalançar com argumentos criacionistas que têm amparo em dados científicos. Na apresentação do darwinismo, dois livros não citam as inconsistências epistêmicas do modelo e ignoram as discussões filosóficas sobre o assunto.

“Em anos recentes, há que se destacar, por outro lado, a onda de denúncias de falsas evidências evolutivas apresentadas com alarde na mídia e desmentidas, depois, com discrição.”

Uma das poucas críticas feitas a Darwin diz que ele demonstrou que existe, sim, diversificação de baixo nível (“microevolução”), mas que isso jamais poderia explicar a tese nunca empiricamente demonstrada de que uma célula poderia se transformar numa baleia.

(Tá bom, eu admito que o texto acima é a paródia de uma notícia igualmente vergonhosa. Confira aqui. – MB)

terça-feira, 3 de maio de 2011

Mau caráter e não evolução explica traição

Os homens traem mais do que as mulheres, certo? Depende. Depois de muitos estudos dando até explicações biológicas para as escapadas masculinas [leia aqui e aqui], uma pesquisa da Universidade de Tilburg, na Holanda, traz uma nova visão sobre o assunto. A infidelidade tem a ver com poder, e não com gênero, afirma o pesquisador Joris Lammers. A sociologia e a psicologia, e não a biologia, estariam por trás da explicação do comportamento. Segundo Lammers, as mulheres poderosas são mais infiéis – tanto quanto os homens – porque têm autoestima mais alta. O estudo, que será publicado no Psychological Science, uma publicação ligada à Associação para a Ciência na Psicologia, baseou-se numa pesquisa anônima via internet com 1.561 indivíduos. Para Lammers, nenhum estudo havia detectado a influência do poder na traição porque não incluía mulheres poderosas. Nesse caso, a pesquisa, feita com leitores de uma revista semanal voltada para carreira, as incluiu.

Na amostra de Lammers, 58% não tinham função gerencial, 22% eram gerentes, 14% eram diretores e 6% ocupavam os cargos mais altos de chefia na empresa. Além de falar sobre sua posição no trabalho, os participantes tinham que dizer quanto poder tinham. A pesquisa também mediu a confiança e a percepção de risco das pessoas.

Uma das conclusões é que os chefes traem não porque ficam mais tempo longe de casa ou porque tendem a gostar de assumir riscos, como se costuma pensar. Eles – e elas – traem porque são mais confiantes – provavelmente a mesma razão pela qual conquistaram cargos mais altos na carreira. Entre os mais poderosos, o sexo não influenciava o desejo dos participantes de trair ou seu número de casos no passado. Mulheres e homens eram igualmente infiéis.

Se Lammers estiver certo e a tendência a trair estiver relacionada ao poder, é natural que, hoje em dia, pular a cerca seja visto como algo masculino. Afinal, as mulheres só ascenderam aos cargos de chefia nas últimas décadas. Mas, com cada vez mais mulheres chegando lá, a percepção de que os homens são mais infiéis tende a desaparecer.

“Como um psicólogo social, acredito que a situação é tudo e que a circunstância é, em geral, mais forte do que o indivíduo”, diz Lammers. “Quanto mais mulheres assumirem posições de poder e forem consideradas iguais aos homens, as suposições sobre seu comportamento também vão mudar. Isso deve levar a um aumento, entre as mulheres, de comportamentos negativos que antes eram mais comuns entre homens.”

(Mulher 7 x 7)

Nota: Alguém que se sente autoconfiante e conquista o poder, valendo-se disso para trair (ou usando isso como desculpa para trair), só pode ter desvios de caráter, que, infelizmente, ainda por cima, são valorizados por certas pessoas – ele/ela é autoconfiante, ambicioso(a), inteligente e poderoso(a), portanto, o que são uns “casinhos” e umas “puladas de cerca” aqui e ali? Além disso, essa pesquisa mostra que o tal determinismo genético não pode ser usado como desculpa para comportamentos objetáveis como o adultério, uma vez que nos seres humanos os instintos devem estar sob o controle da razão e da moral (claro que quem não crê na origem sobrenatural da moralidade e num padrão absoluto de referência terá dificuldades para defender a fidelidade e os valores éticos, que seriam relativos e mutáveis). Finalmente, não resta dúvida de que é positiva a conquista de direitos femininos alcançadas em anos recentes, mas não deixam de ser preocupantes os “efeitos colaterais” dessas mudanças. Muitas mulheres se dizem estressadas/frustradas pelo fato de não conseguir conciliar o cuidado da família com as exigências profissionais (ainda bem que há aquelas que reconhecem e valorizam a suprema missão da mulher/mãe; confira aqui). Outras têm se entregado aos vícios que eram tidos como tipicamente masculinos (o alcoolismo tem aumentado assustadoramente entre as mulheres) e outras, ainda, segundo o texto acima, têm adotado comportamentos negativos que antes eram comuns entre os homens, como a traição e o adultério. Infelizmente, quando a pessoa não é regida pela suprema moral e pela santidade, até aquilo que inicialmente poderia ser considerado como conquista acaba redundando em males e sofrimentos. O ser humano não convertido, quando alcança poder, cultura e status, apenas “refina” o pecado.[MB]